quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Das mulheres que já fui, e das mulheres com quem esbarrei e que me emprestaram seus segredos, a que eu mais gosto é a de agora. Sem medos e protegida pela força centrípeta do próprio self... Com o coração claro e forte e o corpo frágil e sedutor, tem todo poder nos olhos e dentes...e nas mãos e lábios amor.
No seio abraço e alimento quente, nas coxas torneadas um tridente que prende e larga....
O que sou agora me surpreende, porque não depende de nada, já era devir quando eu sequer era pensada.
Destino meu, és meu encargo de agora. Não sobredeterminada por um eu soberano, mas inserida na selva multifacetada certa de que meu gesto e palavra farão clarão na mata.

Nenhum comentário:

Postar um comentário