Quero ver quem ousa me contar em em metros
Eu transbordo
Fervo
Me inervo
Eu ser humano
Quem ousa me dizer que eu contradito
Pra mim, sou regra
E se me falam que o humano é tosco, ogro, tranqueira, merda
Não me identifico
Entristeço, estupefata e envergonhada
Por quem não se reconhece no dedo que aponta
Quem ousa me tolir, achar que não estou pronta
Sequer sabe que fui, voltei, e ainda lhe emprestei dinheiro pra passagem.
Passe bem...e ouse mais que a mesma metade.
Inteiro e sem vaidade talvez não veja reflexo onde havia novidade.
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